Nos últimos anos, as salas VIP em viagens internacionais e tornaram um verdadeiro refúgio para quem valoriza conforto, organização e previsibilidade. Mas 2025 mudou completamente as regras do jogo. Aquilo que antes era “mostrar o cartão Black e entrar” virou algo bem mais estratégico.
E aqui está o ponto central deste artigo: cartões Black ainda transformam a experiência no aeroporto, mas só para quem entende as novas regras e sabe usá-los de forma inteligente — especialmente se você busca renda extra, controle financeiro e melhor aproveitamento do dinheiro, como propõe o MS HUMANIZE.AI.
Neste guia completo, você vai entender:
- O que mudou nas salas VIP em 2025
- Por que a superlotação virou um problema real
- Como os cartões Black evoluíram (e ficaram mais seletivos)
- Quais cartões ainda valem a pena
- E como transformar esse benefício em vantagem financeira e qualidade de vida
O novo cenário das salas VIP em 2025: fim da “entrada livre”

Até pouco tempo atrás, o acesso às salas VIP funcionava de forma simples:
cartão Black + passagem internacional = porta aberta.
Em 2025, isso acabou.
A lógica mudou: de status para relacionamento financeiro
As bandeiras e os bancos perceberam dois problemas graves:
- Explosão no número de cartões Black
- Salas VIP constantemente lotadas, principalmente em hubs internacionais
O resultado foi uma mudança silenciosa, porém profunda:
o acesso deixou de ser baseado apenas no tipo de cartão e passou a depender do nível de relacionamento financeiro com o banco.
Hoje, o cartão Black funciona mais como uma chave condicional, não um passe livre.
Gastos mínimos: a nova “taxa invisível” das salas VIP em viagens internacionais
Um dos pontos mais importantes de 2025 foi a adoção oficial de metas de gastos mensais.
Como funciona na prática
Em aeroportos como Aeroporto Internacional de Guarulhos, especialmente no Terminal 3 (internacional), a regra é clara:
- Média de R$ 5.000 por mês na fatura
- Ou R$ 15.000 acumulados nas últimas três faturas
- Caso contrário, o acesso passa a ser pago, girando em torno de US$ 35 por pessoa
Bancos como Bradesco, C6 Bank, BTG Pactual e Inter adotaram esse modelo para reduzir a superlotação e preservar a experiência de quem realmente utiliza o cartão.
Para o público 50+, isso exige atenção:
não é mais só “ter” o cartão, é usar de forma planejada.
DragonPass vs LoungeKey: a nova guerra dos acessos VIP

Se antes o LoungeKey dominava o mercado, 2025 marcou a ascensão definitiva do DragonPass.
Por que o DragonPass ganhou força?
- Maior presença na Europa e Ásia
- Parcerias com restaurantes dentro dos aeroportos
- Créditos para refeições em vez de apenas lounges
- Experiência 100% digital, via aplicativo
Hoje, ninguém entra em sala VIP mostrando cartão físico.
O acesso acontece por QR Code, usando aplicativos como:
- Visa Airport Companion
- Apps dos próprios bancos
Quem chega ao aeroporto sem o app configurado corre o risco de não entrar, mesmo tendo direito.
Salas VIP de ultra-luxo: a segmentação ficou mais clara

A superlotação levou a outro fenômeno: o surgimento das salas VIP de privilégio extremo.
Exemplos que surgiram em 2025
- Visa Infinite Privilege no GRU
- Acesso apenas por convite
- Serviços como Meet & Greet, acompanhamento até o portão
- Parcerias com transporte executivo e helicóptero
- Salas próprias de bancos, como o Itaú Personnalité
- Menos pessoas
- Banhos privativos
- Buffet assinado
Esses espaços não são para “todo Black”.
São para clientes com alto patrimônio ou altíssimo volume de gastos.
Benefícios além da comida: o novo valor das salas VIP

Em 2025, a comida virou quase um detalhe.
O que realmente passou a valer ouro
- Fast Pass na segurança
- Menos tempo em pé
- Menos estresse físico
- Prioridade no raio-x em aeroportos como GRU e Galeão
- Seguros automáticos de inconveniência
- Atraso de voo
- Cancelamento
- Extravio de bagagem
- Indenizações em dinheiro direto na conta
Para quem tem mais de 50 anos, isso significa:
– menos desgaste físico
– mais previsibilidade
– menos impacto emocional em imprevistos
Cartões Black na prática: quem ainda entrega valor?
Nubank Ultravioleta
- Sala Mastercard Black (GRU T3):
exige R$ 5.000 em gastos ou R$ 50 mil investidos - Sala própria Nubank (GRU T2):
acesso gratuito apenas para o titular - 4 acessos anuais via Priority Pass
Perfil ideal: quem centraliza gastos no cartão e viaja sozinho.
XP Visa Infinite
- Acessos via DragonPass
- Exige R$ 3.000 de gastos na última fatura
- Isenção total apenas para quem tem R$ 300 mil investidos
Perfil ideal: investidor ativo que já usa a XP como plataforma principal.
Inter Black
O Inter Black oferece acesso limitado a 6 visitas por ano a salas VIP selecionadas, sendo uma opção interessante para quem concentra a vida financeira no banco e busca benefícios internacionais de forma equilibrada. O cartão exige relacionamento Prime ou alto volume de investimentos, o que o posiciona como uma solução voltada a clientes com patrimônio consolidado.
Para quem viaja com frequência e deseja comparar alternativas mais focadas em acúmulo de milhas e experiência internacional, vale conhecer o TAP BTG Pactual Black: O Cartão Black Ideal para Acumular Milhas e Viajar Melhor em 2025 , que combina benefícios financeiros e vantagens relevantes para viagens ao exterior.
Perfil ideal: quem usa o Inter como banco principal e já possui uma estrutura financeira sólida.
Existe cartão Black “sem regras” em 2025?
Sim, mas eles não são populares — nem baratos.
Exemplos:
- Sicoob Black Merit
- Bradesco Aeternum
- Santander Unlimited
Eles mantêm acessos ilimitados porque:
- Cobram anuidade alta
- Exigem perfil patrimonial elevado
Aqui entra a pergunta-chave para o público 50+:
vale mais pagar caro ou organizar melhor os gastos?
Sala VIP como estratégia financeira (sim, isso existe)
No MS HUMANIZE.AI, a proposta não é luxo vazio — é uso inteligente do dinheiro.
Quando você:
- Centraliza gastos no cartão certo
- Evita pagar acessos avulsos
- Usa seguros e fast pass
- Reduz desgaste físico e emocional
Você economiza dinheiro indireto, tempo e energia.
Para quem busca renda extra ou aposentadoria mais leve, isso é parte da estratégia:
menos gastos invisíveis, mais controle.
Conclusão
As salas VIP em viagens internacionais continuam sendo um dos maiores diferenciais dos cartões Black.
Mas, em 2025, elas deixaram de ser um presente automático e passaram a ser um benefício para quem entende o jogo.
Se você tem mais de 50 anos, viaja menos vezes por ano, mas quer viajar melhor, a chave está em:
- Escolher o cartão certo
- Concentrar gastos de forma estratégica
- Usar os benefícios além da sala VIP
Conforto não é ostentação.
É inteligência financeira aplicada à qualidade de vida.
